domingo, 24 de julho de 2022

Alimentação e saúde das articulações: entenda como hábitos alimentares podem prevenir a artrose


Entre outras condições, a obesidade, que acomete um em cada cinco brasileiros acima dos 20 anos de idade e provoca o desgaste das articulações, pode ser evitada a partir de uma dieta saudável. Nutricionista dá dicas de alimentos que auxiliam e outros que devem ser evitados na rotina alimentar.


A artrose, doença degenerativa que afeta as cartilagens e tecidos protetores das articulações, acomete mais de 15 milhões de brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde. Entre as principais causas da doença está a obesidade, diagnosticada em uma a cada cinco pessoas acima de 20 anos no país.

Dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada em 2020 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que 25,7% da população estava obesa, com maior incidência entre o sexo feminino. A obesidade prejudica as articulações pois, com o passar dos anos, o excesso de peso, especialmente nos joelhos, gera o desgaste e a degeneração das cartilagens que revestem as extremidades ósseas, causando dores, rigidez e dificuldade nos movimentos.

Segundo a nutricionista Aline Maldonado Franzini de Alcântara, uma dieta balanceada é importante para que o organismo consiga produzir o colágeno, proteína produzida naturalmente pelo corpo e responsável por manter a saúde das cartilagens. “Com o passar dos anos, a produção de colágeno vai diminuindo, aumentando as chances do desenvolvimento de problemas articulares. Uma boa alimentação também atua no líquido sinovial, que lubrifica as articulações e diminui o impacto entre elas”, explica.

Existem alimentos que contribuem para a boa saúde das articulações e que ajudam a evitar os danos nessas estruturas, principalmente por suas propriedades anti-inflamatórias. Entre as escolhas saudáveis, a profissional indica alimentos ricos em Ômega 3, como peixes, sementes e castanhas, frutas vermelhas e cítricas, alho, cebola e alimentos ricos em fibras.

Sobre os alimentos a serem evitados, Aline destaca os que são pró-inflamatórios, como os industrializados, fast-foods, comidas ricas em sal e açúcar, gorduras, frituras e bebidas alcoólicas. “Esses alimentos podem aumentar a produção de substâncias inflamatórias no nosso organismo e consequentemente o aumento do peso corporal. O sobrepeso e a obesidade têm grande relação com dores articulares, pois gera uma sobrecarga maior sobre os ossos, além de dificultar a realização de exercícios físicos com regularidade”, acrescenta a nutricionista.

Pensando em ajudar pacientes que sofrem com doenças ósseas e têm interesse em saber mais sobre a saúde musculoesquelética, a líder global em saúde musculoesquelética, Zimmer Biomet, lançou recentemente o portal The Ready Patient. Por meio de diversos artigos publicados no canal é possível entender um pouco mais sobre a temática, diagnósticos, curiosidades, dicas de vida saudável, preparo e recuperação de cirurgias como as de quadril e joelho. Basta acessar www.thereadypatient.com.br e conferir o conteúdo completo.



Sobre a Zimmer Biomet

Fundada em 1927 e sediada em Warsaw, Indiana (EUA), a Zimmer Biomet é líder global em saúde musculoesquelética. A empresa desenha, fabrica e comercializa produtos reconstrutivos ortopédicos; produtos de medicina esportiva, biológicos, extremidades e traumas; tecnologias office-based; produtos de coluna, craniomaxilofacial e torácico; implantes dentários; e produtos cirúrgicos relacionados. A companhia colabora com profissionais de saúde em todo o mundo para aumentar o ritmo da inovação. Seus produtos e soluções ajudam a tratar pacientes que sofrem de doenças ou lesões em ossos, articulações ou tecidos moles. Junto com profissionais de saúde, ajudam milhões de pessoas a viverem melhor. A Zimmer Biomet possui operações em mais de 25 países e comercializa seus produtos em mais de 100 localidades.

Para mais informações, acesse www.zimmerbiomet.com ou siga a Zimmer Biomet Brasil no Linkedin http://linkedin.com/showcase/zimmerbiometbrasil

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sábado, 2 de julho de 2022

Chega ao mercado o primeiro vinagre de arroz orgânico produzido no Brasil

Produzido pela Almaromi Viccino, o ingrediente indispensável da culinária oriental chega às cozinhas brasileiras trazendo inúmeros benefícios comprovados para a saúde


Boa parte dos apreciadores da culinária oriental talvez ainda não tenha experimentado o nikuman e o takoyaki. Estas comidas de rua que fazem sucesso no Japão têm em comum com o sushi e o temaki, duas grandes conquistas no paladar brasileiro, o vinagre de arroz como ingrediente indispensável. Da cozinha para as mais importantes revistas científicas do mundo, o vinagre de arroz é descrito como um poderoso aliado no combate à osteoporose, diabetes e também ao câncer. Também a seu favor, há estudos que associam a ingestão do produto à perda de peso.

Primeira na produção natural de vinagre de maçã no País, a Almaromi Viccino investe mais uma vez no pioneirismo com o lançamento do vinagre de arroz orgânico feito no Brasil. “A comunidade oriental, especialmente, sentia a necessidade de um produto orgânico de qualidade e sem conservantes”, observa Rodrigo Margoni, especialista em vinagres e sócio-proprietário da Almaromi Viccino. “O que dificultava a produção era justamente a matéria-prima”, explica.

O arroz utilizado na produção deste vinagre brasileiro vem do Sul do País e é cultivado de maneira orgânica, livre de agrotóxicos e de outros produtos químicos prejudiciais à saúde.

De sabor suave, agradável ao paladar, o vinagre de arroz é ingrediente indispensável na culinária oriental. Com o sushi, o temaki e outras especialidades da gastronomia japonesa que conquistaram o paladar do brasileiro, o vinagre de arroz se popularizou e encontrou seu lugar nas cozinhas do País como molho para saladas e tempero para carnes. Entre outras inúmeras utilizações, serve ao preparo de conservas de frutas e legumes.

Muitos estudos sobre as propriedades nutricionais e os benefícios para a saúde, tiraram o vinagre de arroz da panela para as mais importantes revistas científicas do mundo.

“Os benefícios do arroz são inúmeros. Como alimento é fonte de energia, rico em fibras solúveis e possui vitaminas A, E e do Complexo B”, diz Margoni. Um estudo conduzido por pesquisadores da Baylor College of Medicine, nos Estados Unidos, destaca ainda que o arroz fornece aminoácidos essenciais ao organismo e minerais, como o potássio e o magnésio.

O valor do vinagre de arroz para a saúde é tema de uma pesquisa publicada no Journal of Food Science. O estudo revela que os compostos fenólicos encontrados no alimento auxiliam a diminuir o risco de doenças cardíacas, diabetes e mesmo o câncer. A prevenção da osteoporose também é citada como benefício no artigo científico.

Segundo Margoni, o vinagre de arroz é um aliado importante para a digestão e a quebra de açúcares no organismo. Na alemã Acta Diabetologica, outra importante revista científica, um estudo publicado associa a redução da flacidez e o peso em diabéticos à ingestão diária de vinagre de arroz.

O vinagre de arroz produzido pela Almaromi Viccino compõe a linha Senhor Viccino e é apresentado em garrafa de vidro de 250ml. Em versão PET, na linha Almaromi, chega ao mercado em embalagem de 400ml.

“Os produtos orgânicos assumem um protagonismo cada vez maior na alimentação do brasileiro. E isso é o que nos inspira a inovar mais uma vez para colocar um produto de altíssima qualidade no mercado”, finaliza Rodrigo Margoni.


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quarta-feira, 25 de novembro de 2020

CUIDADO COM OS QUEIJOS FALSOS!

O Sindicato das Indústrias de Laticínios no Estado de Goiás (Sindileite-GO) deu início a uma campanha para alertar a população sobre o consumo do produto

O Sindicato das Indústrias de Laticínios no Estado de Goiás (Sindileite-GO) deu início a uma campanha para alertar a população sobre o consumo de “queijo fake”. O produto feito à base de gordura vegetal hidrogenada, amido modificado e água, com aroma sabor muçarela e outros queijos, está disponível nas prateleiras dos supermercados com preços menores que o produto original e, por essa razão, tem causado prejuízos a cadeia produtiva de laticínios. O produto faz mal à saúde e pode auxiliar do desenvolvimento da obesidade, conforme explica a nutricionista Camila Pedroza.

“Esse ‘queijo fake’ é um alimento ultraprocessado. Passa por um nível de processamento tão grande que se torna um produto alimentício e não um alimento propriamente dito. Ele tem um poder inflamatório muito grande e é justamente um corpo inflamado que facilita o desenvolvimento da obesidade e o favorecimento de doenças crônicas não transmissíveis”, alerta.

O Sindileite recomenda ao consumidor atenção às tabelas nutricionais na hora de escolher os produtos. A legislação brasileira define que os fabricantes deixem no local visível da embalagem a descrição dos ingredientes do alimento. O problema, segundo o vice-presidente do sindicato, Ananias Jayme, é quando o consumidor é enganado nos estabelecimentos.

“Muitas pizzarias de má índole, por exemplo, estão substituindo até 50% da muçarela por um produto análogo. Ou então, substituem aquela borda recheada de requeijão por uma cobertura a base de gordura vegetal hidrogenada, amido e margarina, o que é péssimo para a saúde do consumidor. Então, como se proteger? Primeiro pelos órgãos de fiscalização em defesa do consumidor que vão passar a fiscalizar esses estabelecimentos, e depois, o próprio consumidor deve estar atendo aos locais que frequenta”, recomenda.

Em Goiás, a Assembleia Legislativa aprovou uma lei que obriga os estabelecimentos a informarem nos cardápios os produtos análogos ao queijo utilizados nos pratos vendidos. A pauta também foi pedida pela categoria de produtores de laticínios ao deputado federal, José Mário Schneider (DEM), para ser levada a Brasília na Câmara dos Deputados. 





Fonte: Brasil 61

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domingo, 1 de novembro de 2020

Sabia que adotar uma dieta vegana tem um impacto maior do que dirigir um carro híbrido?


Dia do Veganismo: conheça hotel engajado com causas ambientais que montou uma horta de orgânicos para abastecer seu restaurante


Um estudo da Universidade de Oxford publicado na revista Science, em 2018, afirma que a alimentação vegana impacta menos o meio ambiente do que dirigir um carro híbrido. Os pesquisadores desmentiram ainda o argumento de que produtos animais são essenciais para a alimentação humana. Carnes e laticínios geram apenas 18% de todas as calorias ingeridas no mundo por seres humanos e fornecem penas 37% de toda a proteína que precisamos. E o pior: esses produtos usam 83% de toda a área cultivável são responsáveis por 60% dos gases do efeito estufa do agronegócio.

A pesquisa coletou dados em quase 39 mil fazendas, de 119 países e considerou os 40 produtos alimentícios principais que representam 90% de tudo o que é comido. Os pesquisadores avaliaram o impacto total desses alimentos, do campo ao prato, o uso da terra, as emissões de carbono, o uso e a poluição da água doce, além da poluição do ar (acidificação). Os cientistas chegaram a conclusão de que se parássemos de consumir produtos de origem animal a área de uso agropecuário seria reduzida em 75%. Isso equivale a uma área igual aos EUA, China, União Européia e Austrália juntas.

Além de ajudar a preservar o meio ambiente, o principal motivo da causa é a proteção e o fim da exploração de todos os animais. Algumas pessoas aderem ao movimento por serem simpatizantes de um estilo de vida mais saudável, há também aqueles que são contra todas as formas de violência, por exemplo. Sejam quais forem as motivações, não podemos nos acomodar e aceitar com naturalidade que os animais e a natureza continuem sofrendo por nossas escolhas

É nesse cenário tão atual de crise econômica mundial e pandemia que o veganismo ganha espaço para ser debatido e entendido como mais do que uma simples opção de alimentação: trata-se de uma filosofia, aliada a uma série de práticas, que respeita e valoriza a existência digna de todo organismo animal, independente da espécie. Não há mais como imaginar o amanhã com escravidão animal e ignorar os sinais da natureza como a nos pedir socorro.

Ação pelo Dia do veganismo

No dia 1º de novembro é comemorado o Dia do Veganismo e para dar mais visibilidade a filosofia vegana, o Hotel Serra da Estrela, localizado na Vila Capivari, em Campos do Jordão (SP), que é referência pelo seu engajamento em causas ambientais, ganhou apoio de influenciadores e ativistas da causa que divulgaram um vídeo lendo um manifesto. A ação faz parte das iniciativas do hotel e do Restaurante Alquimia para fortalecer e difundir a alimentação livre de sofrimento animal e de agressão ao meio ambiente.

Confira um trecho do manifesto:

"Por mais que a lógica econômica de desigualdade e violência façam parte da ordem estabelecida, não podemos nos acomodar e aceitar com naturalidade que os animais e a natureza continuem sofrendo por nossas escolhas. (...)

O que teremos aprendido durante esse período de reclusão, incertezas e obrigatória mudança de hábitos? Dificilmente a vida voltará a ser como antes e, diante de tantas perdas, é preciso exercitar as transformações internas para que elas sejam de fato permanentes.

Vibramos para que 2020 seja o ano da compaixão, da conscientização, da reconciliação dos humanos com o seu hábitat e da percepção de que a natureza e nós, seres humanos, somos, na verdade, um só!"

Horta de produtos orgânicos

Há dois anos o empreendimento desenvolveu uma horta para fornecer alimentos para o Restaurante Alquimia, que fica nas dependências do hotel. Brócolis, alface, espinafre, tomate, aspargo, pimentão e morango são alguns dos itens cultivados na horta que vão direto para as panelas do chef e são transformados em delícias veganas de dar água na boca. Além de garantir produtos de alta qualidade para os clientes, o intuito é conscientizar hóspedes e a população em geral sobre os malefícios a longo prazo, causados por adubos químicos à saúde e ao meio ambiente.

Recentemente, a proprietária do hotel e do restaurante, Denise Bernardino, desenvolveu mais uma novidade: um passeio à horta com direito a mini cesta com itens preparados no restaurante. “Sou adepta da cozinha vegetariana e proporciono a quem nos visita uma alimentação saudável, sem a presença de fertilizantes ou agrotóxicos. As pessoas ficam encantadas de ter contato com a natureza, de ver plantadas o que depois se transforma nas delícias que consomem lá no restaurante. 


Desenvolver esse passeio para a horta foi mais uma forma de provocar nos clientes e hóspedes a reflexão sobre a qualidade daquilo que se come. Aqui no Alquimia se come com os olhos e com todos os outros sentidos sem causar sofrimento a nenhum ser vivo”, explica Denise.


Passeio na horta


Os hóspedes do hotel e os clientes do restaurante Alquimia podem conhecer a horta de orgânicos às terças, quintas e sábados, às 9h. O agendamento do passeio deve ser feito na recepção do hotel e tem o custo de R$ 40 por pessoa que dá direito a uma mini cesta de pães e torradas, 2 tipos de antepastos, 4 águas e 2 sucos. Crianças até dois anos não pagam e de três a 10 anos pagam R$ 20.

Para visitar o sítio onde a horta está é preciso fazer um trajeto de 15 minutos de carro. Esse deslocamento é por do hóspede ou cliente que pode fazer com veículo próprio, Uber ou táxi.



Sobre o Hotel Serra da Estrela

Localizado no coração do centro turístico Vila Capivari, em Campos do Jordão, o Hotel Serra da Estrela é sinônimo de qualidade de vida e tranquilidade. Concebido e construído para receber com muito conforto seus hóspedes, o Hotel conta com a cozinha referência em alimentação saudável do restaurante Alquimia.







Sobre o Restaurante Alquimia

O Restaurante Alquimia do “Hotel Serra da Estrela”, apresenta opções criativas e saudáveis elaboradas pelo chef e sua equipe. O cardápio destaca a culinária vegetariana, comprometida com o meio ambiente e qualidade de vida sem perder o sabor. O Serra da Estrela se encaminha para o vegetarianismo e segue os princípios de proporcionar um ambiente livre de sofrimento animal e que apoia causas que podem impactar a vida da natureza e dos seres humanos.

O horário de funcionamento do Alquimia para o almoço é de 12h às 15h, de segunda a sexta, e das 13h às 16h, aos finais de semana e feriados. No jantar horário é o mesmo todos os dias, das 19h às 22h.







Mais informações


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Os 6 alimentos que contribuem com a microbiota intestinal


Alimentação é parte essencial dos cuidados com a saúde do intestino



Sabemos que a alimentação é parte essencial dos cuidados com a saúde do intestino. Portanto, vale uma reflexão importante sobre a maneira como nos alimentamos no nosso dia a dia. Afinal, o que colocamos no prato pode influenciar diretamente na saúde, bem-estar e fazer com que escolhas saudáveis virem parte da nossa rotina, como um passo importante para a prevenção de inúmeras doenças.

Um dos órgãos em que a alimentação afeta o funcionamento e eficácia é o intestino, delgado e o grosso. Dentro dele, um conjunto colonizado de bactérias, vírus e outros conjuntos de microrganismos, chamado de microbiota intestinal (conhecida também como flora intestinal), ajuda o corpo a garantir defesas naturais, fortalecendo a imunidade e evitando que as bactérias patogênicas se proliferem.

Além disso, para manter a saúde da microbiota em dia, alguns alimentos são aliados, por conterem nutrientes e outros componentes que o corpo humano irá absorver. Confira a seguir seis deles:
Iogurtes: os alimentos fermentados, como é o caso do iogurte, são ricos em bactérias que contém o ácido láctico. De acordo com um estudo de revisão publicado no periódico Journal of Translational Medicine, esse alimento possui uma fonte de microrganismos ingeríveis que podem regular, de forma benéfica, a saúde intestinal e até mesmo tratar ou prevenir doenças inflamatórias intestinais.
Laticínios: assim como o iogurte, alimentos como leite, queijos e outros derivados são capazes de ajudar a microbiota intestinal por meio das bactérias do ácido láctico. O leite fermentado, por exemplo, é fonte de Bifidobacterium e de Lactobacillus, fontes de probióticos naturais que podem regular o funcionamento do intestino.

Ervilha: fonte de proteínas de origem vegetal, a ervilha é uma leguminosa bastante usada em saladas, ensopados e sopas. Seu consumo, de acordo com um estudo de revisão publicado pelo Nutrients, também pode estar associado ao aumento de probióticos como Bifidobacterium e de Lactobacillus intestinais, além de diminuir a concentração de bactérias patogênicas.

Soja: alimento produzido em grandes quantidades no Brasil, a soja é um grão que pode ajudar no aumento de micro-organismos importante para a colonização da microbiota intestinal, como Bifidobacterium, Clostridiales e Deferribacteraceae. Para os cientistas, o seu potencial benéfico está em um composto natural presente no próprio alimento, chamado de isoflavona, que contrabalanceia os efeitos prejudiciais de outras fontes alimentares com a da soja.

Maçã: de acordo com uma pesquisa publicada pelo International Journal of Biological Macromolecules, a maçã é uma fruta rica em polissacarídeos com potencial efeito de equilibrar os microrganismos da microbiota intestinal, funcionando como um probiótico natural e aumentando a quantidade de bactérias benéficas para a saúde do intestino.

Peixes: o atum e outras espécies de peixes mais gordurosos são ricos em ácidos graxos importantes para consumo, como o ômega 3. Esses ácidos não são sintetizados pelo corpo humano e, por isso, precisam ser consumidos em uma dieta equilibrada. Eles podem exercer uma ação positiva na microbiota intestinal, restaurando-a e aumentando a produção de compostos anti-inflamatórios para a prevenção de doenças.


Cultive seu melhor

Com o slogan “Cultive Seu Melhor”, Culturelle® Probiótico chega às farmácias de todo o Brasil com um portfólio amplo, atendendo às necessidades de homens e mulheres adultos, gestantes e crianças, com recomendação para uso diário. Essa é a marca de probiótico mais prescrita por pediatras e a mais recomendada por farmacêuticos nos Estados Unidos, sendo a de maior confiança do consumidor no mercado americano.

Para adultos, Culturelle® Probiótico Saúde Digestiva tem apresentações de 10 e 30 cápsulas vegetais com 10 bilhões de culturas ativas (UFC) de origem natural, sem glúten e livre de lactose e açúcar, com recomendação de uso de 1 cápsula ao dia.

Preço sugerido: R$ 63,99 para 10 cápsulas e R$159,99 para 30 cápsulas

Para crianças a partir de 1 ano de idade, a marca lança inicialmente Culturelle® Probiótico Junior em 2 apresentações, sachês e comprimidos mastigáveis.

A apresentação recomendada a partir de 1 ano de idade vem com 6 sachês unitários e 5 bilhões de culturas ativas (UFC). Pode ser adicionada em alimentos e bebidas para consumo.

Preço Sugerido: R$32,29

Já a apresentação em 10 comprimidos mastigáveis é indicada para crianças a partir de 3 anos de idade e também vem com 5 bilhões de culturas ativas (UFC).

Preço Sugerido: R$50,99

Sobre a Cellera Farma

Cellera Farma é resultado da aquisição do Instituto Terapêutico Delta e da empresa MIP Brasil Farma, com o investimento do grupo Principia Capital Partners em parceria com o sócio Omilton Visconde Junior, empresário com grande experiência no mercado farmacêutico brasileiro. Localizada na cidade de Indaiatuba, interior de São Paulo, a planta fabril tem 25 mil metros2 de área total construída, aprovada pela Anvisa como planta de produção para medicamentos, cosméticos, produtos para saúde.

Canais Cellera Farma:

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Culturelle® e Culturelle JuniorTM são marcas registradas da DSM.

LGG® é uma marca registrada da Chr. Hansen A/S.

Reg. MS: 673990004/673990003/673990002

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Referências:
Rasnik K. et al. Influence of diet on the gut microbiome and implications for human health. Journal of Translational Medicine, 2017.

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5385025/

Emanuele R. et al. Food Components and Dietary Habits: Keys for a Healthy Gut Microbiota Composition. Nutrients, 2019.

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6835969/

Yuhua Li. et al. Apple polysaccharide could promote the growth of Bifidobacterium longum. International Journal of Biological Macromolecules, 2019.

https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0141813019367583

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